Poetisarte
Autores
Buscar
Rotina
Eugénio de Andrade
Passamos pelas coisas sem as ver, gastos, como animais envelhecidos: se alguém chama por nós não respondemos, se alguém nos pede amor não estremecemos, como frutos de sombra sem sabor, vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Próximo poema →
Sê paciente; espera
Eugénio de Andrade
Outros poemas de Eugénio de Andrade
O Sorriso
Eugénio de Andrade
In Memorian
Eugénio de Andrade
Sê paciente; espera
Eugénio de Andrade
Sê tu a palavra
Eugénio de Andrade
Eram de longe
Eugénio de Andrade
Passamos pelas coisas sem as ver
Eugénio de Andrade
Casa na chuva
Eugénio de Andrade