Poetisarte
Autores
Buscar
Poema
Carlos Drummond de Andrade
É sempre nos meus pulos o limite. É sempre nos meus lábios a estampilha É sempre no meu não aquele trauma. Sempre no meu amor a noite rompe. Sempre dentro de mim meu inimigo. E sempre no meu sempre a mesma ausência.
Próximo poema →
Poema da necessidade
Carlos Drummond de Andrade
Outros poemas de Carlos Drummond de Andrade
Quarto em desordem
Carlos Drummond de Andrade
Para Sempre
Carlos Drummond de Andrade
A mão suja
Carlos Drummond de Andrade
Ainda que mal
Carlos Drummond de Andrade
A hora do cansaço
Carlos Drummond de Andrade
Os Ombros Suportam o Mundo
Carlos Drummond de Andrade
Amor e seu tempo
Carlos Drummond de Andrade