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O amigo
Eugénio de Andrade
Não voltará – o que dele me ficou é como no inverno entre cortinas de chuva um tímido fio de sol: ilumina mas não aquece as mãos.
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O Inominável
Eugénio de Andrade
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Devias estar aqui rente aos meus lábios
Eugénio de Andrade
Deixa a mão
Eugénio de Andrade
Cristalizações
Eugénio de Andrade
Oiço correr a noite pelos sulcos
Eugénio de Andrade
Sê paciente; espera
Eugénio de Andrade
É na escura folhagem do sono
Eugénio de Andrade
À breve, azul cantilena
Eugénio de Andrade