Poetisarte
Autores
Buscar
Rotina
Eugénio de Andrade
Passamos pelas coisas sem as ver, gastos, como animais envelhecidos: se alguém chama por nós não respondemos, se alguém nos pede amor não estremecemos, como frutos de sombra sem sabor, vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Próximo poema →
Sê paciente; espera
Eugénio de Andrade
Outros poemas de Eugénio de Andrade
De palavra em palavra
Eugénio de Andrade
Amor
Eugénio de Andrade
Quase nada
Eugénio de Andrade
Sê paciente; espera
Eugénio de Andrade
Que diremos ainda?
Eugénio de Andrade
Ao Miguel, no seu 4º Aniversário, e contra o nuclear, naturalmente
Eugénio de Andrade
Sobre a Terra
Eugénio de Andrade